Projeto de César Borges repercute no país

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Em anexo, fac-símile do Correio Braziliense

Jornais de circulação nacional, em edições impressas e on-line destacaram a aprovação do projeto de lei 334/2006 do senador César Borges (PR-BA) que permite ao contribuinte usar seu saldo de restituição do Imposto de Renda (IR) para abater débitos tributários do contribuinte. A principal rádio noticiosa do país, a CBN, também entrevistou o senador sobre a proposta. A imprensa chama a atenção de que o projeto, aprovado em processo terminativo por uma comissão do Senado, faz justiça aos contribuintes do país.

No jornal Valor Econômico, o mais importante do país em finanças, afirmou na matéria “Restituição do IR poderá quitar dívida com a Receita” que o projeto teve apoio unânime de senadores da bancada do governo e da oposição, na mesma semana em que o governo admitiu atraso na restituição do Imposto de Renda de 2009 para fazer caixa e enfrentar os gastos. Na Rádio CBN e na Rádio Senado, César Borges explicou como funciona o projeto: “se você tiver algum débito com o governo, de tributos, você pode usar a restituição para abater”.

Em manchete da página política, o Correio Braziliense informa que o Senado aprovou uso da restituição para quitar tributos na reportagem “Chance de compensar o imposto com crédito”. O jornal lembra que a proposta ainda depende de aprovação da Câmara dos Deputados. Para César Borges, a ampla repercussão mostrou que a sociedade está interessada no assunto e isto vai motivar deputados a analisar com mais velocidade sua proposta. Na reportagem, o senador condena a rigidez com que a Receita Federal trata a questão.

Edições eletrônicas dos jornais O Globo e Estado de São Paulo, além do site noticioso G-1, pertencente ao Globo, também destacaram a aprovação da proposta. De acordo com o Estadão, o relator do projeto, Pedro Simon (PMDB-RS), afirma que não há justificativa que possa impedir a aprovação da proposta de César Borges, porque as empresas já podem fazer esta compensação. Nos sites do sistema Globo, o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR) destaca que o projeto não beneficia quem cai na “malha fina”.

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