Mais de 25 milhões de pobres passaram à classe média no Governo Lula

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Mais de 31 milhões de brasileiros evoluíram de classe social no período 2003-2008. Desse total, 19,3 milhões de pessoas saíram da miséria e outras 12 milhões ascenderam em outras classes sociais, informou ontem a Fundação Getúlio Vargas, baseada na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio divulgada na semana passada pelo IBGE. Somente no ano passado, segundo o estudo da FGV, 3,8 milhões de pessoas ascenderam da classe E (renda familiar mensal inferior a R$ 768,00); mais 5,2 milhões subiram à classe média; e outros 1,7 milhão de brasileiros entraram na classe AB.

A pesquisa Consumidores, Produtores e a Nova Classe Média concluiu que a parcela miserável de brasileiros diminuiu de 28% da população, no período 1995/2003, para 16,02%, no período 2003/2008, e é formada agora por 29,3 milhões de pessoas.

A redução do número de brasileiros mais pobres chegou a 43% nos cinco anos contados até 2008.
A Fundação Getúlio Vargas concluiu também que, de 2003 a 2008, 25,9 milhões de brasileiros ascenderam à classe média (renda familiar entre R$ 1.115,00 e R$ 4.807,00) e outros 6,1 milhões passaram da classe média para a classe AB (renda domiciliar superior a R$ 4.807,00).
Para o economista Marcelo Néri, coordenador do estudo, essa evolução foi puxada, sobretudo, pelas políticas de transferência de renda do governo federal.

“Se eu reajusto o Bolsa Família, a grande beneficiária é a classe E. Se eu aumento o salário mínimo, por exemplo, quem mais ganha é a classe D. Já se faço reajuste das aposentadorias acima do mínimo quem ganha mais é a classe AB”, argumentou Néri.

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