IPIAÚ ARRANCA EMPATE HERÓICO CONTRA JITAÚNA, “TRIO DE ARBITRAGEM” E “PRESSÃO INCRÍVEL”!

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Por.: Orlindo Lopes

A Seleção de Ipiaú deixou escapulir uma chance incrível de conquistar uma vitória maiúscula contra a Seleção de Jitaúna. Tudo bem que alguns fatores negativos contribuíram para que isso acontecesse, entre muitos, por exemplo, o gol irregular marcado pela Seleção da casa nos últimos minutos do jogo. Após uma bola alçada na área de Ipiaú, o zagueiro Sinho, da Seleção de Jitaúna, fez falta clara no goleiro Binho, inclusive o agredindo, na cara do juiz e ele fez vistas grossas. Na seqüência, a bola entrou, e para desespero de todo o time ipiauense, protestos dos torcedores, de todos os dirigentes, de Sales, que havia sido injustamente excluído do banco, e nosso, que vimos perplexos da cabine a ilegalidade no lance, ele apontou o meio do campo, validando o gol, e dando uma “mãozona” aos jitaunenses. Os primeiros quinze, vinte minutos foram de amplo domínio da Seleção de Ipiaú, que jogava bem, sua defesa, bem postada, se antecipava a todas as investidas de Jitaúna, os dois alas, Paulinho e Kainan, este último acertando um torpedo de fora da área contra o travessão de Charles, aos dez minutos, iam constantemente à frente, Igor, Gazinho e Grilo trabalhavam bem na cobertura, e na marcação, Alex, enfim, não se houve bem na primeira etapa, mas reencontrou seu ótimo futebol na etapa final, mostrando muita habilidade, e municiando o ataque com frequência, e na frente, Samir, que também mandou uma bola na trave aos doze minutos, e Itamar flutuavam, imprimiam velocidade e criavam dificuldades para o excelente Gerlândio e o confuso e veterano Sinho. O gol de abertura da Seleção de Ipiaú, foi marcado pelo jogador de Jitaúna, Binho, contra, aos vinte e dois minutos, após uma jogada linda de Kainan pela esquerda, veio o cruzamento razante, o afoito lateral foi cortar e testou para suas próprias redes. Aos trinta e dois minutos, com um pênalti discutidíssimo, muitos acharam que não houve, mas tenho que ser sincero comigo mesmo e com quem estava me ouvindo, efetivamente aconteceu, Kainan não tinha noção exata de onde estava, fez a falta dentro da área, Jitaúna empatou com Rincom. Na etapa final, aos vinte e oito, Bolachinha fez um golaço, com um voleio de fora da área, pondo Ipiaú na frente. A partir daí nossa Seleção passou a desperdiçar oportunidades incríveis, chances imperdíveis de sacramentar a vitória, e veio sofrer o golpe final, aos trinta e nove minutos, tomando o gol de forma absolutamente ilegal. Ainda assim, Ramon perdeu, aos quarenta e nove, o jogo foi até cinqüenta e um, um gol daqueles que “até minha avó fazia”.

Estranhamente, o trio de arbitragem, que tivera comportamento razoável no primeiro, passou todo o segundo tempo castigando Ipiaú, inventando faltas, impedimentos, coisas assim, que a gente já sabe, mesmo assim, não há como justificar a quantidade de oportunidades perdidas.

Não foi de todo ruim, se considerarmos onde, contra quem, e sobre que pressão jogamos.

Uma vez mais, mesmo do lado de fora, Sales trabalhou bem, e alterou o time nos momentos decisivos de forma absolutamente correta.

Parabéns Sales, Professor Petrônio, pelo condicionamento físico do time, Vinícius, Joelson, todos, e todo o “valente” time de Ipiaú.

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