Intermunicipal: Jogo de Muita Hostilidade - Jitaúna 2 X 2 Ipiaú

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Domingo, 20 de setembro de 2009, em um jogo de muita pressão e rivalidade, o selecionado de IPIAÚ empatou em 2 a 2 com o selecionado de JITAÚNA. A equipe de IPIAÚ foi detentora das principais ações de ataque da partida, e poderia sair de JITAÚNA, com um placar melhor, mas não foi possível devido as circunstância que tomou o jogo. Em nossos relatos sempre costumamos descrever a ótica do jogo, mas para este, em especial, daremos rumores diferentes.

Participamos de um certame, cujos confrontos desta segunda fase são de seleções regionais, motivo pelo qual pensamos que as seleções deveriam manter uma relação mais respeitosa e de harmonia. Entretanto, não foi o que testemunhamos hoje na cidade de JITAÚNA. A seleção de Ipiaú foi hostilizada, tratada como se fosse um inimigo de guerra, presenciamos cenas fortes de agressão durante e após o jogo.

É lamentável que atitudes como estas ainda ocorram no século XXI. O futebol, se não está sendo, deveria ser usado como veículo promovedor da paz, mas infelizmente é usado como campo de batalha. Nas arquibancadas não houve respeito nem para com senhoras, crianças e idosos. Nesse contexto, perguntamos? Isto leva a que, pois não mudou e nem mudará o resultado da partida.

Além de depreciar o nome do município, podemos afirmar que esta linda cidade (JITAÚNA) é uma comunidade de pessoas dignas, idôneas e de grande respaldo na Bahia e Brasil, portanto, vocês que não têm equilíbrio para comandar o bom esporte/futebol de JITAÚNA, pensem, faça uma reflexão, vale a pena adotar medidas de violência para tentar ganhar um jogo? Onde fica o amor ao próximo? Se vocês responderem que é normal, perguntaremos então porque nunca ganharam nada.

Não estou querendo difamar a cidade de Jitaúna ou inocentar IPIAÚ de culpas, mas é preciso que alguém repense tais atitudes. A seleção de Ipiaú está precisando de mais suporte e apoio logístico, ou seja, segurança nesses jogos considerados de riscos.

Nossa redação ouviu do comandante de Polícia que o número de policias que estavam no estádio e nos arredores seria menor, isto só não ocorreu em razão de um pedido prévio de PAULO SALES (Téc. de Ipiaú), pois alguns daqueles polícias estavam designados para outra localidade.

Assim, é preciso fazer um reflexão: se já estávamos com o número de policiais reduzidos para um jogo daquele porte, imagine se não estivéssemos contados com o apoio desses que vieram de última hora, como seria para acalmar/conter os ânimos mais exaltados. Presenciamos o jogador SAMIR e o fisioterapeuta VINICIUS serem agredidos fisicamente por uma pessoa que mais tarde tomamos conhecimento que era dirigente da seleção de JITAÚNA, isto após o termino da partida.

Liga de Ipiaú, seu maior patrimônio são esses atletas que soam e estão vestindo a camisa de Ipiaú verdadeiramente, percebemos que Eles estão motivados, somos sabedores que recebem em dia, fazem ações sociais, mas só isso não basta. É necessário dar condição de segurança a esses jogadores. Nestes jogos propícios a confusões, é preciso que se solicite a presença de mais policiais, um delegado para o jogo e até segurança particular. Engraçado que aqui em Ipiaú se vê um exército de Policiais, já quando se joga fora o número é bem reduzido. A comunidade precisa refletir acerca desses problemas, e não deixa que o que tem acontecido de forma corriqueira (violência), seja vista como algo normal.


Texto: Jô da AABB-www.ipiauhoje.com.br-Nosso Grande Parceiro!

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